"Nomeado por Dilma e tem amizade com a turma do PT", diz Malafaia sobre indicado por Bolsonaro ao STF - SAJ PUBLICIDADE

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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

"Nomeado por Dilma e tem amizade com a turma do PT", diz Malafaia sobre indicado por Bolsonaro ao STF



O pastor da Assembléia de Deus Vitória em Cristo e aliado do primeiro escalão do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido), Silas Malafaia, criticou a indicação do desembargador Kassio Nunes ao STF e sua tese de doutorado, que classificou como “dúbia” quando “fala de aborto”. 

“Desembargador nomeado por Dilma e tem amizade com a turma do PT. Tanto é que um dos mais ferrenhos inimigos do presidente, o presidente da OAB, elogiou Bolsonaro por escolher o cara. Precisa de mais alguma coisa?”, disse o pastor em entrevista à Folha de São Paulo publicada nesta quarta-feira, (7).

Sillas negou que críticas ao desembargador nordestino sejam provocadas por um ressentimento pela não indicação do nome do juiz federal evangélico, que atua no Rio de Janeiro, defendido por ele para ocupar uma vaga no STF: “Teve uma lista tríplice com 95% da liderança evangélica assinando, e 90% dos 95% apoiando o William Douglas. Desviar o foco dizendo que sou contra o candidato de Bolsonaro porque não foi o meu [indicado] é a coisa mais nojenta”.

Apoio ao PT e caso Queiroz

Ao ser questionado sobre o apoio dado ao ex-presidente Lula e ao PT, o pastor assembleiano citou decepção entre prática e discurso da legenda trabalhista: “Apoiei Lula porque acreditava que ele que veio do pobre, do Nordeste, podia fazer transformação no país. Apareci no programa eleitoral dele. Quando comecei a ver diferença entre prática e discurso, me afastei”.

Defensor da integridade do presidente da República no caso envolvendo o amigo pessoal e ex-assessor de seu filho - o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) - Fabrício Queiroz, o pastor presidente da Assembléia de Deus Vitória em Cristo reforçou a tese de empréstimo do dinheiro defendido por Bolsonaro e pontuou que, se o senador do Republicanos tenha errado, deve pagar.

“O que acho engraçado: por que imprensa não escreveu o que o presidente falou sobre isso? "Ele me emprestou, devolvi acho que com 10 ou 20 cheques". Qual é o problema de um amigo emprestar dinheiro? E o que o presidente tem a ver com vida do filho? Se
o Flávio está devendo, que pague”, destacou Malafaia.

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