Mais uma morte por cerveja contaminada é confirmada - SAJ PUBLICIDADE

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Mais uma morte por cerveja contaminada é confirmada


A Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou, nesta quinta-feira (16), a quarta morte causada pela síndrome nefroneural após consumo da cerveja artesanal Belorizontina.

A vítima, uma mulher de 60 anos, consumiu a cerveja no bairro de Buritis e veio a óbito no dia 28 de dezembro de 2019. Além dela, a morte de um homem, Milton Pires, de 89 anos, também foi confirmada, na manhã desta quinta-feira (17). Já são quatro mortes confirmadas e 18 casos notificados, segundo a SES. 14 casos estão sendo investigados.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou uma nota informando que foram encontradas monoetilenoglicol e dietilenoglicol em oito produtos da cervejaria Backer, porém a empresa nega o uso das substâncias. Dentre os produtos que possuíam as substâncias tóxicas, estão nas marcas Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown, Backer D2, Belorizontina e Capixaba.

O Ministério Público de Minas Gerais proíbe a comercialização e fornecimento de cervejas produzidas pela Backer. Os produtos da cervejaria já estão sendo retirados do mercado. O MPMG definiu que os “produtos deverão ser separados, devidamente identificados e ficar sob a guarda do responsável pelo estabelecimento até a conclusão das investigações.”, além disso, declaram que os produtos não poderão, em hipótese alguma, ser descartados no lixo comum ou em qualquer outro local. A cervejaria Backer emitirá um comunicado sobre a destinação dos produtos.

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